


Construtor, industrial e político. Algumas obras construídas por sua empresa: os prédios do Grande Hotel e do Bandern (na Ribeira), Base Aérea de Parnamirim, Vila Naval, Quartel da Polícia Militar, Ateneu Norte-rio-grandense e o 16º Regimento de Infantaria. Foi deputado estadual e prefeito de São Gonçalo do Amarante.

Presidente do Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitaria de Natal. Presidiu a junta governativa da FIERN, sendo, em seguida, eleito presidente desta instituição devido aos seus grandes feitos em defesa dos interesses da classe industrial. Diretor da CNI.

Industrial dos mais combativos. Muito se empenhou em defesa da categoria. Integrou várias diretorias da FIERN. Foi eleito presidente da junta governativa e conduziu o processo eleitoral com firmeza, enfatizando que o melhor seria o método democrático em que os empresários escolhessem seus representantes.

1956
Industrial e político, integrava o segmento das indústrias de curtimento de couros. Deu continuidade aos negócios da família, o curtume J. Motta, antes administrado pelo seu pai, o industrial João Francisco da Motta. Na sua gestão frente à FIERN, organizou a instituição, criando seus departamentos. Elaborou revisão do seu estatuto, estabeleceu o entendimento em prol do desenvolvimento do Sistema e do Estado. Foi deputado estadual e federal. Presidente da Assembleia Legislativa. Vice-governador na época do Monsenhor Walfredo Gurgel. Um líder que correspondeu às expectativas dos seus pares.

1958/1960 e 1960/1962
Industrial do ramo da indústria da panificação e confeitaria, um dos sindicatos fundadores da Federação das Indústrias. Por quatro anos, presidiu a FIERN, sendo reconduzido para o cargo de presidente ao lado de bravos companheiros. Vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria. Sua gestão foi de relativa paz. Estruturou o SESI e o SENAI. Trouxe desenvolvimento para o Estado. Buscou junto à CNI, alternativas para o crescimento da indústria potiguar.

1962 (junta administrativa)
Foi eleito presidente da junta administrativa da FIERN. Conduziu com diplomacia todos os trâmites para que a democracia fosse uma constante na nossa Casa. Empresário experiente assumiu vários cargos nas diversas diretorias da FIERN. Conhecia a realidade política, econômica e social do Estado e do Brasil.

1962/1964 e 1964/1966)
Nos anos de 1970, ingressou na atividade da construção civil. Inaugurou o Edifício Empresarial Barão do Rio Branco, investimento audacioso para a época. Integrou a junta administrativa da FIERN e foi eleito tesoureiro na gestão de João Frederico. Delegado e diretor regional do SESI. Presidente da FIERN por dois períodos. Na sua época, foi construído o prédio onde hoje funciona o Centro de Tecnologia em Informática Aluízio Alves.

1966 (junta interv. adm.)
Presidiu a junta interventora da FIERN. Cidadão dos mais respeitados na área industrial e na sociedade norte-rio-grandense. Homem de espírito elevado. Assumiu diversos cargos eletivos e de direção em todas as gestões do Sistema FIERN. Integrou o segmento têxtil, de expressão na economia local. Desenvolveu importante trabalho na área empresarial e na educação. Foi um dos fundadores do Complexo Educacional Henrique Castriciano (Escola Doméstica de Natal). Era muito estimado pelos colaboradores do Sistema FIERN.

1967 (junta interv. adm.)
Integrou o segmento da indústria do café. Participou de todo processo de fundação da FIERN. Um conselheiro nos momentos mais difíceis. Trouxe o equilíbrio e motivação para os companheiros prosseguirem na luta por um estado mais rico e mais humano. Uma FIERN forte que defendesse os interesses dos industriais do Rio Grande do Norte.

1967
Empresário do setor industrial da construção civil. Tão logo se graduou em engenharia, ingressou na atividade industrial, fundando sua empresa e construindo estradas por esse Brasil. Elegeu seu sucessor: Expedito Azevedo Amorim.

1970/1979 (3 mandatos)
Presidiu a última junta interventora da FIERN. Com rapidez, no propósito de restituir a democracia, cumpriu os trâmites legais e conduziu o processo eleitoral, sendo eleito o industrial José Nilson de Sá. Após três anos, Expedito Amorim se elege presidente da FIERN e tesoureiro da CNI. Ministro classista do Tribunal Superior do Trabalho. Presidente do Sindicato da Indústria de Doces e Conservas Alimentícias do RN. Na sua profícua gestão junto à FIERN, implantou o Centro Integrado SESI-SENAI (na Av. Capitão Mor Gouveia), entre outras obras.

1979/1994 (5 mandatos)
Presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil. Presidente da FIERN. Presidente da Confederação Nacional da Indústria. Senador da República. Ministro da Integração no Governo Fernando Henrique Cardoso. Durante sua gestão junto à FIERN foi adquirido o Solar Bela Vista e construído o edifício sede da Casa da Indústria, entre outras importantes realizações. Uma das maiores expressões do empresariado nacional. Um líder que muito tem contribuído para o fortalecimento da indústria e o desenvolvimento do Estado.

1995/1998 e 1999/2003
Presidente do Sindicato da Indústria Metalúrgica. Presidente da FIERN. Vice-presidente da CNI. Parte de sua vida foi dedicada ao fortalecimento do Sistema FIERN. Assumiu vários cargos nas diretorias e conselhos das instituições do Sistema FIERN em vários períodos. Secretário de Administração do Governo do Estado. Uma das mais expressivas lideranças do Rio Grande do Norte.

2003/2007 e 2007/2011
Presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil. Presidente da FIERN. Vice-presidente da CNI. Industrial dos mais respeitados do Rio Grande do Norte. Profundo conhecedor da trajetória da FIERN e do seu Sistema. Em sua gestão junto à Federação, instalou o Centro de Tecnologias em Energias Renovavéis (CTGÁS-ER). Intensificou as relações da FIERN com universidades e outras importantes parcerias.

2012 - 2023 Atual vice-presidente da CNI, o industrial Amaro Sales presidiu a FIERN no período de 2012 a 2023. Ao longo de sua trajetória no Sistema Indústria, foi também diretor-secretário da CNI e presidiu o Conselho Temático Permanente da Micro e Pequena Empresa (COMPEM) da Confederação. Empresário do setor de panificação, Amaro Sales construiu uma ampla trajetória de atuação em entidades representativas do segmento e da atividade empresarial no Rio Grande do Norte e no país. Presidiu a CREDIPAN – Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Panificadores de Natal, entre 1997 e 2001, e a COOPERPAN/RN – Cooperativa dos Produtores de Pães e Demais Produtos Fabricados na Padaria, Produtos de Confeitaria e Similares do RN, de 2002 a 2006. No mesmo período, exerceu a presidência da Associação dos Industriais de Panificação e Confeitaria do Rio Grande do Norte (AIPAN).